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“Embora eu seja um fiscalista e não tenha dúvidas de que o Brasil tem que caminhar para uma consolidação fiscal, entendo que, no próximo ano, se o governo buscar um déficit primário – ou seja, receitas menos despesas, sem contar o pagamento de juros – na linha que está apontada no orçamento, será um ano ainda mais difícil”, disse o economista, ao comentar uma suspensão dos incentivos sociais criados para mitigar o impacto da covid-19.

“Haja visto que mesmo o PIB, do que é produzido no país todo ano, como um percentual dividido pela população [PIB per capita] é negativo, como na década de 80. Mas agora até o PIB diminuiu”

Confira o texto na íntegra: https://valor.globo.com/brasil/noticia/2020/07/17/ajuste-fiscal-mais-brando-e-opcao-para-2021-diz-teixeira.ghtml